PUBLICIDADE

mais voos, novo hotel, pista de testes da BYD e R$ 1 bilhão em investimentos


As promoções do Melhores Destinos no seu WhatsApp


Entrar

A empresa espanhola Aena, nova concessionária do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, desde a semana passada, apresentou hoje um panorama de como deve ser a sua atuação na gestão do maior terminal aéreo da capital fluminense. As iniciativas prioritárias envolverão o fortalecimento da conectividade aérea e a melhoria da eficiência operacional.

Novos voos e “diálogo” entre aeroportos da Aena

A Aena afirmou que trabalhará em parceria com as companhias aéreas, autoridades e outros atores do setor para criar novas rotas domésticas e internacionais e aumentar frequências. Para o próximo verão, por exemplo, há a previsão de mais voos de/para 30 destinos, sendo 18 domésticos e 12 internacionais, além de novas rotas e retomadas sazonais nos próximos meses.

Entre os destaques internacionais estão operações para Nova York, Toronto, Montreal e Dallas, além de reforços de frequências em destinos como Paris, Miami, Frankfurt, Lisboa e Santiago. No mercado doméstico, estão previstos mais assentos para cidades como João Pessoa, Manaus, São Luís, Porto Alegre, Fortaleza e Recife.

Vale destacar também as operações da Gol para Paris e Orlando, anunciadas em março, mas que ainda estão sem passagens à venda.

Além da ampliação da malha aérea, a Aena promete melhorar a experiência dos passageiros. Neste sentido, a concessionária fará uma “avaliação detalhada das oportunidades de melhoria” e estabelecerá um plano de ação a ser anunciado nos próximos meses.

Como outros aeroportos da Aena podem se conectar ao Galeão?

Outra expectativa da nova gestão do Galeão é integrá-lo aos aeroportos já administrados pela Aena, sobretudo no Brasil, onde a empresa comanda outros 17 terminais. A concessionária vê “possibilidades de maior coordenação e desenvolvimento da conectividade doméstica e internacional”.

Um exemplo prático citado pela Aena é a exibição, no painel de Congonhas (também administrado pelos espanhóis), de um voo da Gol do aeroporto paulistano para Lisboa ou Nova York, mas com uma parada no Galeão. Isso já vem acontecendo desde que a empresa venceu o leilão do aeroporto fluminense.

Um dos desafios para a concessionária espanhola passa pelo Aeroporto Santos Dumont. Atualmente, o terminal exclusivamente doméstico está com uma restrição no tráfego anual de passageiros, o que forçou as empresas a deslocar operações para o Galeão e fez com que o movimento na Ilha do Governador aumentasse. Esse limite, porém, diminuirá ao longo dos próximos anos, até ser totalmente eliminado em 2029.

Outros projetos envolvem hotelaria, cargas e testes automotivos

Mais do que os voos comerciais, o Galeão deve ganhar investimentos em outros setores. Na área de hotelaria, já está em andamento um projeto que prevê a implantação de um novo hotel de bandeira internacional, que será operado pela bUP e terá inicialmente 232 quartos, com possibilidade de expansão para 426.

O complexo aeroportuário também receberá um centro de testes da fabricante chinesa de veículos BYD, em uma área de 184 mil metros quadrados. Na área logística, será erguido um novo galpão com 120 mil metros quadrados, voltado ao atendimento dos mercados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

Outro projeto é o HLOG2, que permitirá a expansão do atual galpão logístico, cuja área passará de 22 mil para 40 mil metros quadrados. A Gol, por sua vez, construirá um hangar de manutenção de aeronaves em uma área de 56 mil metros quadrados.

Ao todo, os projetos privados já previstos no Galeão somam investimentos estimados em R$ 1 bilhão, com potencial de geração de quase quatro mil empregos nos próximos três anos.

Baixe o app do Melhores Destinos para encontrar passagens em promoção para viajar pelo Brasil e pelo mundo!





Source link

Leia mais

PUBLICIDADE