
Mercados da Ásia encerram dia com ganhos
- Shanghai SE (China), +0,71%
- Nikkei (Japão): +0,69%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,19%
- Nifty 50 (Índia): +0,43%
- ASX 200 (Austrália): +0,28%
Bolsas da Europa operam com ganhos
Os mercados europeus operam majoritariamente em alta, com investidores de olho na decisão sobre juros do Fed e dados da região. A taxa de inflação anual do Reino Unido saltou para 3,1% em agosto, impulsionada pela alta dos preços da gasolina e do diesel. O resultado, em linha com as expectativas dos economistas, marcou a primeira leitura da inflação acima de 3% desde março.
- STOXX 600: +0,53%
- DAX (Alemanha): +0,26%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,60%
- CAC 40 (França): +0,45%
- FTSE MIB (Itália): +0,65%
EUA: índices futuros avançam antes de decisão do Fed
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (16), com investidores aguardando a decisão sobre a taxa de juros do Federal Reserve (Fed). O mercado precifica uma alta de 0,25 ponto percentual, que seria a primeira elevação da taxa desde 2023. A expectativa de aperto monetário ganhou força diante da persistência da inflação e da alta dos preços do petróleo, que permanecem acima de US$ 100 por barril. O movimento também pressionou os rendimentos dos Treasuries, com a taxa da nota de 10 anos superando 5% e atingindo o maior nível em 19 anos. Os mercados veem uma probabilidade superior a 90% de um aumento de 0,25 ponto percentual. Além da decisão, investidores estarão atentos às projeções econômicas e à sinalização do Fed sobre os próximos passos da política monetária.
- Dow Jones Futuro: +0,15%
- S&P 500 Futuro: +0,21%
- Nasdaq Futuro: +0,43%
Abertura de mercados
As atenções se voltam nesta quarta-feira para as decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, com expectativas opostas para cada um. O Federal Reserve anuncia sua decisão às 15h (horário de Brasília) com expectativa de aumento dos juros pela primeira vez desde 2023, em 0,25 ponto percentual, em uma decisão motivada pela inflação persistentemente alta e pelo aumento global dos custos de financiamento, o que intensificará o escrutínio sobre como o chair do banco central dos EUA, Kevin Warsh, descreverá a primeira mudança na política monetária durante seu mandato. Por outro lado, no fim do dia o Banco Central deve anunciar a quinta redução seguida da Selic, em 0,25 ponto, na última decisão do Copom antes da eleição presidencial de outubro. O STF também segue no radar, após ter adiado na véspera uma decisão final sobre juntar ou não as análises de um relatório da Polícia Federal que apontou supostas mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro da corte Alexandre de Moraes e de um pedido feito por Moraes que acusa o colega André Mendonça de abuso de autoridade e improbidade administrativa. Ainda na pauta nacional, o Banco Central divulga às 9h os dados de seu Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) de julho, com expectativa em pesquisa da Reuters de recuo de 0,10% sobre o mês anterior. No mesmo horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concede entrevista a um podcast. (Reuters)
Inflação pelo IPC-S subiu 0,49% na segunda quadrissemana de setembro de 2026
O IPC-S da segunda quadrissemana de setembro de 2026 subiu 0,49% e acumula alta de 3,76% nos últimos 12 meses.
IGP-10 sobe 1,47% em setembro
O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 1,47% em setembro. No mês de agosto, a taxa havia sido de ‑0,51%. Com este resultado, o índice acumula alta de 2,97% no ano e de 3,29% em 12 meses. Em setembro de 2025, o IGP-10 havia subido 0,21% e acumulava alta de 2,88% em 12 meses.
Principais índices em Nova York fecharam ontem com novas perdas
Investidores em Wall Street seguiram cautelosos, com retiradas de posições diante de uma possível alta de juros nesta quarta-feira pelo Federal Reserve. A possibilidade levou o rendimento do título de 10 anos do Tesouro para o maior patamar desde 2007. “Esperamos que o Fed, pela primeira vez na era (do presidente Kevin) Warsh, eleve sua taxa básica de juros para o limite máximo de 4,0% na reunião desta semana”, disse à CNBC Christopher Hodge, economista-chefe para os EUA da Natixis CIB Americas. “Também acreditamos que ele enfatizará que essa decisão foi pontual e não compromete o Fed com quaisquer ações em reuniões subsequentes, dando a ele e ao Comitê a máxima flexibilidade para responder a choques”, acrescentou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,63 | 52.092,57 |
| S&P 500 | -0,45 | 7.585,68 |
| Nasdaq | -0,78 | 25.981,57 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com altas por toda a curva, com exceção do vértice mais curto
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,580 | -0,005 |
| DI1F28 | 13,670 | 0,005 |
| DI1F29 | 13,940 | 0,025 |
| DI1F31 | 14,230 | 0,090 |
| DI1F32 | 14,325 | 0,090 |
| DI1F33 | 14,370 | 0,095 |
| DI1F34 | 14,385 | 0,090 |
| DI1F35 | 14,390 | 0,090 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,14%
O dólar comercial emendou a segunda alta seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,25%, aos 99,64 pontos.
- Venda: R$ 5,154
- Compra: R$ 5,154
- Mínima: R$ 5,127
- Máxima: R$ 5,162
Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas do dia
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| AZZA3 | -2,98 | 15,30 |
| CSNA3 | -2,20 | 6,21 |
| CSAN3 | -1,94 | 3,54 |
| TOTS3 | -1,57 | 33,83 |
| HAPV3 | -1,34 | 6,63 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PETR3 | 3,63 | 56,23 |
| SLCE3 | 3,57 | 17,97 |
| GOAU4 | 3,57 | 11,61 |
| USIM5 | 3,27 | 7,26 |
| GGBR4 | 3,15 | 25,85 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 56.636 | 3,09 |
| VALE3 | 34.733 | -1,17 |
| BBDC4 | 30.678 | -0,71 |
| B3SA3 | 29.582 | 0,29 |
| PRIO3 | 28.763 | 2,77 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,54%, aos 186.502,64 pontos
- Máxima: 187.650,53
- Mínima: 185.055,57
- Diferença para a abertura: +1.001,76 pontos
- Volume: R$ 21,80 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (14): -0,91%
- Terça-feira (15): +0,54%
- Semana: -0,38%
- Setembro: +5,12%
- 3T26: +8,42%
- 2026: +15,75%
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